JR Monteiro

SUBSTITUIÇÃO DE TESOURAS EM MADEIRA COM COMPROMETIMENTO ESTRUTURAL SEVERO

Características Estruturais

Estruturas de cobertura em madeira.

Patologias Identificadas

Comprometimentos generalizados na estrutura, provenientes da perda de integridade dos seus elementos e fixações, gerando deformações pronunciadas.

Trabalhos Aplicados

Iniciamos os trabalhos de campo, realizando uma inspeção visual sobre as estruturas.
Nesta inspeção, confirmamos as deformações, os comprometimentos severos sobre os elementos e as fixações, assim como os pontos críticos em fragilidades.
Esta etapa de inspeção tem importância significativa na produção de um plano de trabalho seguro, com instalação de cuidados, prevenindo contra os riscos à segurança por eventuais colapsos.

Especificamente, no plano desenvolvido, destacamos ações de atenção, principalmente na etapa das demolições. Nossa engenharia desenvolveu uma sequência executiva, reduzindo riscos e protegendo contra colapsos, que, pelas fragilidades, se faziam iminentes.

Nestas condições, nossas demolições seguiram da seguinte forma:

  • – Retirada controlada das telhas, desconsiderando reaproveitamentos.
  • – Retirada parcial das terças, seguindo o direcionamento do plano criado pela engenharia.
  • – Desmonte das tesouras existentes, considerando pontos de pega, pré-determinados pela engenharia.
  • Remoção integral dos entulhos até bota-fora, nas caçambas de resíduos.

Em paralelo aos trabalhos de demolição, nossa equipe de carpintaria foi desenvolvendo a fabricação das estruturas.

Destacamos aqui nossa engenharia de projetos, que produziu o levantamento dos vãos, relacionando estas métricas com os dimensionamentos e especificações compatíveis com as agressividades do ambiente industrial.

Nestas execuções, utilizamos madeira classificação C-50, nas bitolas especificadas, combinadas com fixações protegidas por galvanização a fogo.

Tivemos um prazo de fabricação de três semanas.

Montagem das Estruturas

Demolições concluídas e fabricações realizadas, partimos para o processo de montagem.
Inicialmente, transportamos as estruturas até pontos determinados, onde faríamos a cata para realizar os giros.

Estes pontos tinham a determinação no plano Rigging das movimentações verticais.

Iniciamos a montagem instalando um pórtico de ponta, com duas tesouras, seguindo adiante com a colocação das tesouras sequentes, fazendo amarração através das terças de cumeeira e centrais.

Nestas condições, montamos o conjunto estrutural, indo para a colocação geral do enterçamento.

Conclusão dos Trabalhos

Finalizado o esterçamento, colocamos as telhas.

Obra finalizada no prazo determinado, sem incidentes relativos à segurança.

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