JR Monteiro

FIBRAS DE CARBONO NA RECUPERAÇÃO DE ESTRUTURAS COM PERDA DOS ELEMENTOS ESTRIBOS

Características Estruturais

Elementos de concreto armado.

Patologias

Deformações ou comprometimentos dos elementos pilares pela perda dos elementos estribos gerados pela oxidação.

Trabalhos aplicados

Nestas situações, temos deformações causadas pela perda de estribos, geradas pela oxidação.

Essas oxidações são provenientes das agressividades químicas do ambiente industrial, que alcançaram as armaduras pelo baixo recobrimento, ou concreto com resistência inadequada.

Normalmente, estruturas com essas patologias têm, em seus projetos e execuções, o não atendimento das recomendações feitas na NBR 6118 naquilo que se refere a projetos e NBR 9062 nas execuções.

Na NBR 6118, temos a indicação da aplicação de concretos com resistência de 40 MPa, aditivados com microsilica, impondo-se recobrimento mínimo das armaduras de 5 cm.

Deformações Causadas pela Perda de Estribos Geradas pela Oxidação

Normalmente, temos nesses casos pilares longos, cujos perfis são mais expostos aos efeitos da flambagem.

As sinalizações em deformações, para estes casos, normalmente se caracterizam por fissuras verticais indicando torções, acusando movimentações laterais.

Diagnosticadas essas fragilidades, fazemos um reconhecimento básico das armaduras e concretos, abrindo janelas nas camadas de recobrimento, identificando a extensão dos comprometimentos.

Nessas situações, normalmente observamos a não uniformidade das degradações.

Nas áreas baixas dos pilares, regiões onde ocorrem as movimentações dos produtos químicos agressivos, reconhecemos perdas integrais dos estribos.

Nas áreas altas, pela menor exposição, observamos perdas de bitola.

Processo de Recuperação

Tendo essa configuração, adotamos como projeto, nestas recuperações, a reposição de estribos metálicos onde possível, combinada com reforços em fibras de carbono.

Esse processo vem acompanhado da recomposição do elemento em concreto, aplicando-se argamassa de recuperação de alta performance, com resistência final de 60 MPa.

Detalhe: essas argamassas, na espessura de 2 cm, oferecem impermeabilidade e proteção contra as agressividades químicas, na mesma proporção prevista para a espessura de 5 cm da NBR 6118.

Podemos observar que, além dos reforços em fibra de carbono nas posições dos estribos, aplicamos um envoltório também em fibra, potencializando o reforço.

Finalizado este processo, conquistamos um elemento estrutural com integridade e resistências recuperadas.

Se você tem problemas em suas estruturas, consulte a Monteiro Engenharia.

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