Skip to main content

JR Monteiro

RECUPERAÇÃO ESTRUTURAL DE PAREDES SUBMETIDAS A CARGAS DE
ARMAZENAGEM EM ARMAZÉM DE FERTILIZANTES

Características Estruturais

Armazém de fertilizantes, com superestrutura composta por pilares pré-moldados de concreto, associados a fechamentos por placas também em concreto, tendo reforços estruturais por mísulas.

Patologias

Comprometimento estruturais, decorrentes  da perda de recobrimento de concreto nas regiões das mísulas, combinadas com  oxidação das armaduras geradoras da redução de seção transversal (bitola).

Causas

O aumento na produção industrial, trouxe a elevação nos volumes  de armazenagem, proporcionando aumento de cargas, geradoras de pequenas  deformações e fissuras,  permitindo  a contaminação dos vergalhões,  por  agentes agressivos do ambiente químico.

Essas aberturas, desencadearam reações de oxidação, geradoras da expansão volumétrica do aço, produzindo a expulsão dos seus recobrimentos.

Esta exposição, potencializou o processo de corrosão, que se iniciou com velocidade degenerativa em progressão aritmética, evoluindo rapidamente para progressão geométrica.

Estruturas com comprometimento leve, podem atingir o estado limite de serviço e de utilização crítica emergencial em curto prazo, exigindo a interdição física das áreas de estocagem.

A manutenção preventiva e a preservação estrutural, garantem a continuidade operacional e a segurança física das instalações industriais.

Projeto de solução

Iniciamos o desenvolvimento do plano de recuperação, com a análise dos projetos estruturais originais, cruzando os dados de capacidade de carga,  com as novas solicitações reais, o que revelou uma sobrecarga leve sobre os elementos de fechamento.

Na avaliação do cobrimento nominal das armaduras, constatamos espessuras muito inferiores aos limites mínimos, que a NBR 6118 prescreve, para ambientes com classe de agressividade IV.

Após a revisão documental, realizamos o mapeamento de danos em campo, por meio de inspeção visual e ensaios não destrutivos.

Os pilares e as fundações, apresentaram estabilidade estrutural, sem recalques ou deformações perceptíveis.

As placas de fechamento, por outro lado, concentravam perdas generalizadas de cobrimento nas mísulas, onde demos atenção na medição das bitolas das armaduras.

Extraímos também corpos de prova, onde reconhecemos concretos de baixa resistência, tendo como agravante, o uso de seixos rolados como agregado, prejudicando a aderência da matriz de cimento.

Os resultados, comprovaram a necessidade de implantar recuperações e reforços estruturais, além de restabelecer a proteção física das armaduras.

Definimos então, o projeto executivo, com as seguintes soluções técnicas:

  • Para mitigar o subdimensionamento e a perda de seção nos elementos tracionados, especificamos a recomposição com novos vergalhões, nos trechos com perda de seção superior a 20%. Naqueles onde encontramos bitolas satisfatórias, realizamos a aplicação de pintura catódica. Essas ações tinham função de recuperação. Como reforço, utilizamos fibras de carbono (PRFC).
  • Para os esforços de compressão, especificamos argamassa de reparo estrutural, de alto desempenho, com resistência à compressão final mínima de 60 MPA.
  • Não produzimos a retirada integral dos recolhimentos, tendo-se a concordância pela contratante, por razões financeiras.
  • Para compensar os cobrimentos insuficientes, a própria especificação da argamassa de alta densidade, atuou como barreira física.
  • A baixa permeabilidade dessas argamassas, somada com a presença de inibidores de corrosão na sua fórmula, dispensaram a elevação das espessuras de cobrimento, sem comprometer a durabilidade.

Execuções

A equipe de engenharia iniciou os trabalhos, com a escarificação e demolição mecânica controlada do concreto degradado, até atingir o substrato são e firme.

Na sequência, realizamos a preparação da superfície do concreto e das armaduras, por meio de hidrojateamento de alta-alta pressão com 7.500 PSI.

Removemos as carepas de oxidação, alcançando o padrão visual WJ-3 para o aço e nos concretos, abrimos porosidade garantindo as aderências mecânicas.

Após a preparação das superfícies, aplicamos as argamassas de reparo estrutural, com resistência final de 60 MPA, recompondo a geometria original das placas e mísulas.

Essas argamassas, trazem a necessidade de atenções naquilo que se refere as curas.

Atendidas essas atenções, instalamos as mantas de fibra de carbono, sanando o déficit de resistência à tração das placas pré-moldadas.

Nessas condições, concluímos a reabilitação estrutural deste armazém de fertilizantes.

Aplicamos nossa experiência na realização de diagnóstico, análise estrutural das condições existentes, finalizando com projeto e execução das soluções

A Monteiro Engenharia atua com equipe técnica própria, engenheiros especialistas em patologia das estruturas e mão de obra qualificada, entregando soluções de alta complexidade com segurança.

Segurança, qualidade técnica e prazo de entrega são com a Monteiro Engenharia.

Conjunto de cinco selos de certificação e qualidade dispostos horizontalmente, incluindo as bandeiras "Selo Ouro Segurança", "Qualidade", "Prazo", "Selo Verde Meio Ambiente" com o logotipo de uma impressão digital estilizada, e uma medalha redonda com a inscrição "A+ Classificação Máxima"

Contrate a Monteiro engenharia preenchendo o formulário abaixo